O clima seco em todas as regiões acompanhadas pelos técnicos do Centro der Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), uma instituição ligada à Universidade de São Paulo (USP) tem reforçado as dificuldades em se avançar com a colheita da mandioca – em algumas praças, inclusive, verifica-se interrupção das atividades.
Além disso, alguns mandiocultores já comercializaram todas as lavouras com mais de 15 meses (segundo ciclo) e não mostram interesse pela entrega daquelas mais novas.
Do lado das indústrias, a demanda está firme. Esse cenário tem elevado a disputa pela matéria-prima e resultado em novas altas nos preços da raiz de mandioca. (Fonte: CEPEA)