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Paraná produz 73% de todo biogás produzido pelas fecularias do Brasil

17 de novembro de 2021
Paraná produz 73% de todo biogás produzido pelas fecularias do Brasil

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Um webinar marcou a apresentação oficial do plano de negócios para a geração e exploração de biogás em indústrias de processamento de mandioca do Paraná. Resultado de um convênio de cooperação técnica entre várias entidades, o estudo mostra novas perspectivas de negócios para as empresas do setor a partir do tratamento de resíduos orgânicos da produção.

O plano faz parte de um convênio assinado entre a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Sindicato das Indústrias da Mandioca do Paraná (SIMP) e o projeto GEF Biogás Brasil. Este último é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e implementado pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO).

As indústrias de mandioca foram escolhidas para participar da iniciativa pelo grande potencial de aproveitamento dos resíduos resultantes de sua produção e pela experiência que já possuem nessa área. O consultor da UNIDO e especialista do projeto GEF Biogás Brasil, Luis Felipe Colturato, explicou que, em 2010, apenas uma indústria do setor possuía instalação de biogás no país. Em 2019, já eram quase 40, a maioria em empresas da região Noroeste do Paraná. “A produção nacional de biogás em fecularias é de aproximadamente 90 milhões de metros cúbicos por ano, sendo que 73% disso está no Paraná”, afirmou.

Colturato ressaltou, no entanto, que esse volume ainda está muito longe do potencial identificado. “O Brasil hoje utiliza 13% do potencial de geração de biogás pelo setor. Então, apesar de ter crescido muito nos últimos anos, a gente verifica um grande potencial de expansão desse mercado de biogás para o setor de processamento de mandioca”, disse.

O plano de negócios apresentado faz um diagnóstico da atuação do setor nessa área, identificando que, hoje, há principalmente um subdimensionamento dos sistemas de biodigestores, o que reduz a geração de biogás, além de um subaproveitamento desse biogás gerado por eles. Aponta, ainda, a necessidade de maior articulação entre os diferentes atores envolvidos. E baseia as propostas para o desenvolvimento do setor nessa área em três eixos principais: na padronização tecnológica, na criação de modelos operacional e de negócio integrados e na apresentação de resultados econômico-financeiros levando em conta diferentes cenários.

“O fortalecimento da cadeia de biogás no setor depende diretamente da concepção de um projeto estruturante e integralizado, de forma a reduzir riscos técnicos, agregar valor ao sindicato e seus associados, garantir escala para negociações com fornecedores de equipamentos e serviços e facilitar acesso a recursos financeiros”, explicou o consultor da UNIDO. “E, principalmente, deve fazer com que a mitigação de emissões de gases de efeito estufa e o tratamento de efluentes com geração de energia e fertilizantes renováveis façam parte do modelo de negócios desse setor”, acrescentou.

REFERÊNCIAS – A partir de agora, serão realizadas reuniões técnicas com o SIMP e indústrias associadas para definir os próximos passos para execução do plano de negócios. Representantes das entidades envolvidas destacaram no webinar realizado no início do mês, dia 4, a importância da inciativa para o desenvolvimento da cadeia de biogás não apenas no Paraná, mas em todo o país. “Este convênio é muito importante para nós porque vai nos dar um modelo de negócios que pode ser replicado em outros territórios e outras cadeias produtivas”, disse o também consultor da UNIDO e especialista em cadeia de valor pelo projeto GEF Biogás Brasil, Emilio Beltrami.

Já o coordenador do Conselho Temático de Energia, Rui Londero Benetti, destacou a atuação do SIMP para a viabilização do projeto. “Sem a adesão do sindicato, não teríamos avançado nesse processo”, afirmou, destacando que essa ação reforçará o papel da instituição como representante do setor. “Tudo o que foi apresentado faz com que o sindicato tenha uma condição proativa junto ao seu segmento para oferecer uma série de benefícios ao setor. Por parte da FIEP, certamente vamos continuar fomentando e ajudando no que for possível neste projeto”, completou.

O presidente do SIMP, Guido Bankhardt, explicou que, atualmente, seis indústrias filiadas ao sindicato participam da inciativa, mas o objetivo é agregar mais empresas. “O SIMP agradece por ter integrado esse projeto e estamos de portas abertas para que mais empresas participem”, disse.

Diretor de operações do Sebrae/PR, Julio Cezar Agostini destacou que o projeto, que estimula a utilização de rejeitos da produção e reduz a emissão de gases de efeito estufa, está em alinhamento com a agenda global de busca por soluções para as questões climáticas. “É a agenda certa no momento certo. Os compromissos internacionais estão ocorrendo e nós, de uma certa maneira, representamos uma resposta antecipada a esta agenda da redução de emissões e outros elementos que podem provocar o aquecimento global”, declarou. “O setor produtivo tem que estar com este compromisso, e é o que estamos fazendo aqui. Com este modelo apresentado, esperamos agora ter experiências práticas para que este projeto vire referência”, finalizou. (Do site do SIMP)

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