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Indústrias de fécula e farinha aprovam criação de fundo para financiar pesquisas

31 de março de 2021
Indústrias de fécula e farinha aprovam criação de fundo para financiar pesquisas

Afirmando que esta “é a única saída” para o fortalecimento e desenvolvimento do setor, diretores e associados da Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (ABAM) e do Sindicato das Indústrias de Mandioca do Paraná (SIMP), que reúnem as indústrias de fécula e farinha, decidiram criar um fundo para financiar as pesquisas da cadeia produtiva. A decisão foi tomada na semana passada (sexta-feira, dia 26), duramente reunião conjunta das duas entidades.

O assunto começou a ser discutido no início do ano quando entrou em pauta a necessidade de recursos financeiros para financiar as atividades do Grupo de Trabalho (GT) criado no âmbito da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Mandioca e Derivados, para o desenvolvimento de uma colheitadeira de mandioca 100% mecanizada. Atualmente, a colheita representa 30% dos custos de produção.

A proposta de criação do fundo para financiar as pesquisas foi apresentada pelo industrial Ivo Pierin Júnior, diretor da ABAM e do SIMP, apontando a experiência do Fundeman (Fundo de Desenvolvimento da Mandioca) criado pelo Centro Tecnológico da Mandioca (CETEM). A contribuição é baseada no valor da comercialização da raiz. O recolhimento é de 0,05% do produtor e 0,05% para a indústria, totalizando 0,1% do valor líquido. Em valores atuais, o índice representa cerca de R$ 0,20 por tonelada para cada uma das partes. Criado contando com a participação de várias indústrias, apenas a Podium Alimentos participava do Fundeman e seus mais de 400 produtores.

O modelo de funcionamento e arrecadação do Fundeman foi apresentado aos industriais na reunião conjunta da ABAM e SIMP de fevereiro pelo diretor técnico do CETEM, Claodemir Grolli. Na ocasião ficou decidido que os interessados já poderiam participar do Fundeman até que se viabilizasse legalmente o fundo, que poderia ter a participação da ABAM, SIMP e a ATIMOP (Associação Técnica das Indústrias de Mandioca do Oeste do Paraná). Ou as indústrias aderissem ao fundo do CETEM. Na reunião da semana passada houve a aprovação da criação ou adesão ao Fundo para financiar as pesquisas do setor. Até a próxima reunião serão tratadas das questões burocráticas e organizada a realização de assembleias para oficializar a decisão.

Não tem outra saída, dizem industriais

Antes mesmo de formalizar a criação de um novo fundo ou a adesão ao Fundeman, dois industriais do setor já decidiram contribuir com o fundo do CETEM: Guido Bankhardt e RolandSchurt, o primeiro, presidente do SIMP e diretor da ABAM e o segundo, conselheiro da ABAM e diretor do SIMP. Ambos reconhecem que, por falta de recursos financeiros, muitos projetos que poderiam ajudar no desenvolvimento do setor não vingaram. Agora, entendem eles, criar este fundo é a alternativa para promover o crescimento do setor.

Guido Bankhardt

Bankhardt lembra que há muito tempo se discute esta possibilidade, mas a ideia não prosperava. “A gente precisa da pesquisa para fortalecer a cadeia produtiva, mas não tinha caixa”, diz ele, que acrescenta que algumas iniciativas, principalmente, para o desenvolvimento de uma colheitadeira, não avançaram “por causa do financeiro”.

A mecanização da colheita de mandioca deve merecer atenção, pois o custo impede o setor de se tornar mais competitivo. Além disso, a mão de obra está cada vez mais escassa. “A mão de obra para a colheita está em extinção, está se acabando. Está cada vez mais difícil encontrar trabalhador rural para a colheita, assim como acontece com os pomares de laranja. Os plantadores de laranja estão trazendo trabalhadores de outros estados”, revela Bankhardt.

Ele ressalta, ainda, que a mecanização da colheita, além de baixar o custo também vai ofertar à indústria uma raiz de melhor qualidade. “Quando a colheita é manual, a raiz fica muito tempo no campo, exposta ao sol, prejudicando a qualidade.

O presidente do SIMP diz que, além da colhedeira, o setor precisa de recursos para desenvolvimento de novas variedades, de correção de solo, manejo da cultura. Estas necessidades, avalia ele, é que tem empolgado os industriais a, desta vez, levar a cabo a iniciativa de levantar recursos para financiar as pesquisas. “Não tem outro caminho. A saída é essa”, sentencia ele.

Roland Schurt

CRESCIMENTO ASSUSTADOR – Roland Schurt comunga das ideias do presidente do SIMP. Ele fez a adesão ao Fundeman, considerando que o mesmo já está funcionando e o setor tem pressa para intensificar as pesquisas. “Esta é a melhor saída (para o setor)”, defende ele, considerando que é “um valor relativamente pequeno” perto do retorno que a iniciativa pode trazer. O industrial ressalta, no entanto, que o projeto só dará certo se houver a adesão de todo o setor. “O valor é relativamente pequeno, mas se todos participarem será possível financiar as pesquisas”, adverte ele.

Schurt cita que a produção de grãos teve um “crescimento assustador” nos últimos 20 anos e atribui este desenvolvimento às pesquisas que foram feitas no período. “Ainda estamos atrasados”, acentua ele, que acredita que “a grande necessidade do momento” vai estimular os industriais do setor a aderir a esta iniciativa.

Finaliza lembrando que o fundo poderá estabelecer parcerias com instituições como a Embrapa, IAC, IAPAR etc para desenvolver novas técnicas de plantio, correção de solo e máquinas e equipamentos para o setor.

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